As aulas começaram e cada inicio de ano escolar fica a dúvida: Como preparar uma lancheira saudável?
Desta vez, vou deixar o link para a edição da Gazeta do Povo em que participei dando sugestões sobre o tema!
Boa Leitura!
Lanche saudável não é um mistério e Lancheira térmica é essencial para armazenar os alimentos
OBS: O nome da minha filhota é Isa Maria, houve um equivoco na redação!!! Mas tudo bem!!!
2 de março de 2015
4 de fevereiro de 2015
Pão de queijo falso... Com batata doce!!!
Ótimo para os aqueles que possuem alguma restrição no consumo de leite e derivados!
E uma dica: Chia possui cálcio, para os pequenos que possuem restrições ao leite pode ser uma ótima fonte!
Ingredientes:
- 1 xícara e 1/2 de batata doce cozida e amassada
- 1 xícara de polvilho doce
- 1 xícara de polvilho azedo
- 1/3 de xícara de azeite extra-virgem
- 1/4 xícara de água
- 1 colher de chá de sal
- 1 colher de sopa de chia
- 1 colher de sopa de grãos de linhaça
Modo de fazer:
Pré-aqueça o forno a 180º por 15 minutos. Misture a batata cozida com o azeite e mexa bem. Adicione a água e mexa novamente. Junte o polvilho doce e misture até formar uma massa homogênea. Acrescente o sal, a chia e a linhaça, usando as mãos para incorporá-los à massa. Leve à geladeira por 10 minutos, para que fique mais firme. Depois, faça bolinhas e disponha-as em um tabuleiro com papel manteiga. Asse por 25 minutos.
4 de dezembro de 2014
Qual panela usar no preparo da papinha??
Quando as mães começam a
introdução alimentar dos bebês, uma das várias dúvidas que surgem é qual panela
preparar a papinha?!
Então hoje quero compartilhar com
vocês estas informações, que foram baseadas em pesquisas da nutricionista Késia
Diego Quintaes, da Faculdade de Engenharia de Alimentos da Unicamp, que
resolveu desvendar a relação das panelas com a saúde. O resultado da pesquisa
esta no livro Por Dentro das Panelas.
É preciso lembrar que além da
beleza e praticidade da panela, devemos levar em consideração a saúde de quem
irá consumir a refeição. Muitas vezes pensamos nisto quando iniciamos o preparo
das papinhas, visto a preocupação com nosso bem mais precioso, mas a verdade é
que este cuidado deve ser com toda a família. Então quem sabe este seja um bom
momento para rever suas panelas e quem sabe substitui-las!
Eu particularmente utilizo de aço
inoxidável! Mas adoro as panelas de ferro para as crianças, por auxiliarem na
oferta de ferro, prevenindo ou combatendo a anemia.
Boa Leitura:
COBRE
A grande vantagem
do cobre é ser um metal mais resistente à corrosão. Na culinária, conquista
pela beleza e transmissão rápida de calor de forma homogênea. ”Mas o cobre
migra para qualquer alimento que entre em contato, especialmente os mais
ácidos”, explica a nutricionista Késia Quintaes. Segundo ela, pequenas
quantidades deste metal podem produzir náuseas, vômitos e diarréia. Já a
ingestão contínua de quantidades maiores de cobre pode causar dano renal,
alterações osteoarticulares, dores nas juntas e até lesões cerebrais,
demonstradas em tomografia computadorizada. Por isso, os utensílios culinários
devem ter a a superfície interna revestida com politetrafluoretileno (PTFE),
titânio ou aço inoxidável.
ALUMÍNIO
As panelas de
alumínio são as mais comuns e as mais baratas. Mas também são as que causam
mais polêmica. Há três décadas, pesquisadores levantaram a suspeita de que a
ingestão do alumínio estaria relacionada com a incidência dos males de
Alzheimer e de Parkinson. Até hoje, o material continua em estudo. ”Entretanto,
há mais de 50 anos foi verificada a migração do alumínio dos utensílios
culinários para alimentos ácidos ou alcalinos”, diz Késia. Segundo ela, ficou
comprovado que átomos de alumínio podem desencadear diferentes processos
metabólicos associado à doenças do sistema esquelético, neurológico e
hematológico (do sangue). Pesquisas mostram que a migração do alumínio é maior
em panelas de pressão do que em panelas normais ou em fôrmas de bolo. Na
limpeza é indicado o uso de bucha macia ao invés de esponja de aço. ”Quando o
material é polido, há remoção da camada de óxido de alumínio, que dificultava a
passagem de alumínio para a comida”, explica Jaime Amaya-Farfan, bioquímico e
cientista de alimento da Universidade de Campinas (Unicamp).
INOX
É a mais usada na
cozinha profissional. ”Por ter fundo triplo, atinge altas temperaturas mais
rapidamente, além de ser uma panela resistente e de aparência bonita”, explica
Roberta Sudbrak, chefe de cozinha do Palácio do Planalto. O aço inoxidável,
conhecido popularmente como inox, é composto por ferro, cromo e níquel. Demora
a esquentar, mas também a esfriar. No Brasil não há dados que comprovem a
transferência dos componentes do inox para a comida. O aconselhável é não
escovar a panela com esponja de aço. No polimento forma-se uma camada protetora
de óxido que ajuda a imperdir que os metais passem para os alimentos. ”O níquel
em pequenas quantidades pode até ser útil ao organismo, mas o excesso tende a
afetar o sistema nervoso”, explica Amaya-Farfan.
FERRO
É ideal para
grelhados de filé e peito de frango e também para a saúde. Os panelões de
ferro, de cor escura e muito pesados, são bastante tradicionais em Minas
Gerais. O uso regular destes panelões foi relacionado com a prevenção e ao
tratamento da anemia. ”Muito antes que a ciência pudesse comprovar a eficácia
deste procedimento”, afirma Késia. O uso da panela é também indicado para
vegetarianos, mulheres em idade fértil e crianças.
VIDRO
As panelas de vidro são as únicas
que não transferem qualquer resíduo para a comida. O material é obtido por um
processo de congelamento de líquidos superaquecidos. O maior atrativo do vidro
é a beleza e a transparência que permite ver o processo de elaboração dos
alimentos. A facilidade da limpeza é outro ponto positivo. Mas o preço e
fragilidade do material pesam na escolha.
Para Roberta, a panela é pouco
prática, deixa a comida com gosto artificial e não dá um dourado bonito na
fritura de carnes. ”Além disso queima a mão. Também não é possível ter controle
da comida porque ela retém calor de forma esquisita – de baixo para cima”,
reclama.
CERÂMICAS
As panelas de
cerâmica, principalmente as de barro com superfície marrom brilhante, devem ter
selo de qualidade que garanta que não são usados compostos à base de chumbo. É
comum encontrar em países pouco desenvolvidos produtos cerâmicos elaborados com
óxido de chumbo na vitrificação. O chumbo é facilmente dissolvido no alimento,
especialmente os ácidos. Saladas, frutas ácidas ou fermentados em contato com
esse material podem ficar contaminados com componentes pesados como chumbo,
mercúrio e cádmio. A intoxicação por cádmio traz problemas respiratórios,
bronquite e hipertensão. O organismo incorpora o chumbo que é altamente tóxico,
especialmente em crianças. ”O chumbo se deposita no osso em grandes quantidades
como se fosse cálcio, o que produz um envenenamento generalizado”, explica
Amaya-Farfan. Os danos são diminuição da capacidade mental. ”A criança se torna
incapaz de compreender as matérias na escola. Também não consegue dormir à noite
porque escuta barulho no intestino. Nesse caso é necessária intervenção
médica”, diz. Nos adultos o chumbo provoca anemia. Os sintomas aparecem em
crianças, após um ano de uso da panela; em adultos, quatro anos. O ideal são
panelas de barro ou de cerâmicas ofuscadas.
TEFLON
O composto
antiaderente atrai cozinheiros pela praticidade na limpeza e por ser
dispensável o uso de gordura. A descoberta de um revestimento antiaderente em
1938 chegou às cozinhas americanas na década de 60 e provocou uma revolução de
conceito de panela prática. Atualmente, as panelas mais modernas são
denominadas de teflon II por serem revestidas com primer (substância usada para
ligar o teflon ao alumínio). O novo revestimento impede que o material passe
para o alimento quando o teflon descasca. A maior preocupação com a panela é
ecológica. Pesquisadores da Universidade de Toronto, no Canadá, descobriram que
o teflon se corrompe quando esquentado a temperaturas de 200 a 500 graus
centígrados. ”O que pode acontecer com uma panela esquecida no fogo”, explica
Amaya-Farfan. A evaporação do teflon origina gases CFC, responsáveis pela
destruição da camada de ozônio.
ESMALTADA
As panelas
esmaltadas atraem pela beleza, mas podem fazer tão mal quanto às de cerâmica
vitrificada. ”O esmalte usado pode conter elementos tóxicos como o chumbo e os
decalques na superfície interna, os quais podem conter cádmio ”, adverte Késia.
É desaconselhável o uso de utensílios antigos (fabricados antes de 1980) tanto
esmaltados quanto os de cerâmica. A pesquisadora também diz que é preciso ter
cuidado com utensílios pintados à mão, que vão desde colheres, facas,
recipientes culinários, entre outros. Algumas tintas são à base de chumbo, que
pode ser transferido para o alimento. É desaconselhável o uso de utensílios
antigos, de antes de 1980 – tanto esmaltados quanto de cerâmica.
PEDRA-SABÃO

A natureza
antiaderente e a capacidade de reter calor por muito tempo são as
características mais atrativas. Segundo Késia, esse utensílio libera
quantidades expressivas de elementos nutricionalmente importantes como cálcio,
magnésio, ferro e manganês.A panela é comprada ”crua”, por isso a cor dela é
clara. É um utensílio que libera quantidades expressivas de elementos
nutricionalmente importantes, como cálcio, magnésio, ferro e manganês.
Fonte: (As delicias do Dudu)
18 de novembro de 2014
Molho de "tomate" para macarrão ou outras massas
Este molho parece de tomate, mas na verdade é feito com cenoura e beterraba. Ótima opção para as crianças que adoram macarrão mas não gostam muito de legumes. Que tal experimentar e colocar a mão na massa!
Ingredientes para o molho vermelho:
2 colheres de sopa de azeite de oliva
3 cenouras, descascadas e cortadas em pedaços médios
½ beterraba grande, descascada e cortada em pedaços médios
½ cebola picada
2 dentes de alho picado
1 colher de chá de vinagre de maçã ou de arroz
2 colheres de sopa shoyu
3 copos de água
1 colher de sobremesa de orégano seco
1 folha de louro
1 pitada de noz-moscada
2-3 colheres de chá sal marinho
½ xícara manjericão fresco picado + 1/4 de xícara para o final
Modo de preparo:
Aqueça o azeite em uma panela de fundo grosso em fogo médio. Adicione a cebola e o alho e cozinhe, mexendo de vez em quando, por 5 minutos, até que as cebolas fiquem translúcidas. Adicione a cenoura, a beterraba, a água, o orégano, a folha de louro, sal, manjericão e tampe a panela. Deixe ferver. Em seguida, abaixe o fogo e cozinhe por cerca de 30 minutos, até que os vegetais estejam bem macios. Bata a mistura com um misturador vertical ou um misturador habitual e ajuste o tempero se necessário. Adicione a outra metade do manjericão picado e leve ou fogo por mais 5 minutos e sirva.
Bom apetit!!!
Ingredientes para o molho vermelho:
2 colheres de sopa de azeite de oliva
3 cenouras, descascadas e cortadas em pedaços médios
½ beterraba grande, descascada e cortada em pedaços médios
½ cebola picada
2 dentes de alho picado
1 colher de chá de vinagre de maçã ou de arroz
2 colheres de sopa shoyu
3 copos de água
1 colher de sobremesa de orégano seco
1 folha de louro
1 pitada de noz-moscada
2-3 colheres de chá sal marinho
½ xícara manjericão fresco picado + 1/4 de xícara para o final
Modo de preparo:
Aqueça o azeite em uma panela de fundo grosso em fogo médio. Adicione a cebola e o alho e cozinhe, mexendo de vez em quando, por 5 minutos, até que as cebolas fiquem translúcidas. Adicione a cenoura, a beterraba, a água, o orégano, a folha de louro, sal, manjericão e tampe a panela. Deixe ferver. Em seguida, abaixe o fogo e cozinhe por cerca de 30 minutos, até que os vegetais estejam bem macios. Bata a mistura com um misturador vertical ou um misturador habitual e ajuste o tempero se necessário. Adicione a outra metade do manjericão picado e leve ou fogo por mais 5 minutos e sirva.
Bom apetit!!!
27 de outubro de 2014
A dieta da gestante e da lactante
Quando
pensamos em nutrição infantil devemos lembrar que ela inicia durante a gestação,
passa pelo aleitamento materno e irá se manter na fase da alimentação.
Muitas mães
hoje em dia se preocupam com a dieta durante a gestação, algumas delas pensando
no ganho de peso durante a gestação, mas especificamente preocupadas com a
questão estética. Mas muito além da parte estética estas mães devem se
preocupar com outras questões tão importantes para saúde dela e do bebê que
está gerando.
Em primeiro
lugar, um ganho de peso dentro das recomendações para gestante (em média de 11
a 16 Kg para gestante com IMC pré gestacional eutrófica) irá prevenir o
desenvolvimento de diabetes gestacional, hipertensão na gestação ou pré
eclampsia e risco de parto prematuro, assim como irá diminuir as chances de o
bebê nascer ou desenvolver sobrepeso na primeira infância, diabetes do tipo 1 e
2 e outras doenças crônicas.
Mas para este
ganho de peso saudável, é preciso uma dieta equilibrada, variada e saudável,
para fornecer todos os nutrientes que o bebê precisa para seu desenvolvimento
intra-uterino saudável.
Uma dieta
equilibrada e variada também contribui para a aceitação alimentar do bebê
durante a fase de introdução alimentar. Alguns estudos já evidenciam que os
sabores voláteis da dieta materna, passa para o líquido amniótico e pode ser
percebido pelo bebê. Mais um motivo para as mães se alimentarem com uma dieta
saudável e variada, rica em frutas, verduras, leguminosas, cereais e carnes.
Além disso,
nesta fase o corpo irá se preparar para o pós parto e amamentação, então é
natural que o organismo armazene uma quantidade de gordura corporal que será
utilizada na fase de amamentação, onde o organismo possui um aumento no gasto
calórico em aproximadamente 500 calorias, para a produção do leite materno.
Portanto a amamentação irá auxiliar no processo de redução de peso no pós
parto.
Também no
período de amamentação a dieta deverá ser equilibrada, e ao contrario de muitos
mitos que se criou, não existe a necessidade de se retirar alimentos da dieta
para facilitar a digestão do bebê e prevenir cólicas ou gases (exceto caso de
alergias do bebê que a mãe necessita retirar o alimento alergênico, como por
exemplo o leite de vaca e derivados que ocasiona a APLV). A dieta irá fornecer
os nutrientes para a mãe e também para o bebê, pois existe a transferência de
alguns nutrientes para o leite materno, assim como a modificação no sabor do
leite materno conforme a dieta da mãe, o que futuramente na introdução alimentar
também irá propiciar uma melhor aceitação por parte do bebê.
E tão
importante nestas duas fases é cuidar da variedade e qualidade da dieta que a
mãe está consumindo como também da quantidade de calorias que estará ingerindo
diariamente.
Veja como deve
ser a dieta:
Ao contrário
do que se pensa, não é necessário comer por 2! No primeiro trimestre de
gestação a necessidade calórica permanece igual ou muito próxima ao habitual da
mulher antes de engravidar. Isto por que nesta fase o desenvolvimento do bebê
está mais na divisão celular e formação dos órgãos, então mais importante neste
período é fornecer uma dieta equilibrada em nutrientes para não faltar nenhum
nutriente ao bebê. Principalmente o ácido fólico, muitos médicos já fazem a
suplementação para garantir sua oferta.
Após o segundo
trimestre é que o bebê começa a ganhar peso efetivamente e crescer, portanto nesta
fase existe um aumento da necessidade calórica em aproximadamente 300 calorias,
porém a qualidade dos alimentos que a mãe ingere continua sendo de grande
importância.
Alguns
alimentos é bom evitar durante a gestação, são eles:
- Peixe cru e moluscos: possível fonte do parasita Toxoplasma que pode causar cegueira e dano cerebral fetal.
- Carne, frango e frutos do mar crus ou mal passados: risco de intoxicação alimentar
- Leite não pasteurizado e queijos pastosos: feta, brie, camembert, roquefort, queijo branco e queijo fresco, a não ser que o rótulo diga "feito com leite pasteurizado", podem estar contaminados com uma bactéria chamada Listeria. Esta pode provocar aborto, parto prematuro ou doença fatal ao recém-nascido.
- Salsichas, salames, patês industrializados, pastinhas de carne e frutos do mar defumados: a não ser que sejam cozidos antes da ingestão, eles também são fontes de risco e podem ter sido contaminados por Listeria depois do processamento. Vale lembrar que são alimentos menos saudáveis, logo devem ser consumidos moderadamente de qualquer modo.
- Ovos mexidos moles e alimentos com molhos feitos de ovos crus ou pouco cozidos: podem ser fonte de contaminação por Salmonella. Portanto, cozinhe os ovos até que a clara e a gema estejam firmes.
- Chás de ervas (ou a versão em cápsulas ou pó solúvel): não há consenso no meio obstétrico quanto à necessidade de excluí-los da dieta da gestante, mas sua segurança na gravidez ainda não foi comprovada.
- Álcool: pode causar dano fetal, inclusive retardo mental e comportamento anormal. Apesar de um drinque ocasional não impor risco, não há consenso quanto a uma quantidade segura.
- Café: pequenas dosagens de cafeína não oferecem risco a uma gestante saudável e sem restrições específicas. Entende-se por pequena dosagem um consumo de cafeína inferior a 300 mg por dia. Uma xícara de chá de café coado (200 ml), por exemplo, pode conter de 80 a 130 mg de cafeína ao passo que um café expresso (50 ml) oferece cerca de 100 mg da substância.
- Ciclamato de sódio e esteviosideos: segundo estudos recentes o ciclamato de sódio deve ser evitado, pois pode atravessar a barreira placentária e especulam-se possíveis danos ao feto. Recomenda-se também evitar o esteviosideo, pois ainda há poucos estudos que comprovem sua segurança.
Para um melhor acompanhamento procure um nutricionista!
2 de outubro de 2014
Oficna sobre lancheira saudável
Para as mamães de curitiba, este sábado terá oficina sobre como montar a lancheira do seu filho de maneira saudável, utilizando alimentos que sejam atrativos para as crianças. Também vamos conversar um pouco sobre o por que não utilizar produtos industrializados.
Corra que ainda dá tempo de participar inscrições aqui!
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